Tópicos

Aula 1
– Estudos de casos de processos de criação e edição
Aula 2
– Analogias para narrativa em fotografia: cinema, literatura, música
– Leitura de imagens
– Apresentação/edição dos trabalhos dos alunos
Aula 3
– Estrutura e ritmo narrativo
– O arquivo como matéria-prima
– Apresentação/edição dos trabalhos dos alunos

O que trazer

Projetos ou pré-projetos para serem apresentados, discutidos e editados em aula (não é obrigatório). Preferencialmente fotografias impressas.

Infos

Workshop [15h]
27, 28 e 29 de janeiro de 2017
19h às 22h [sexta-feira]
10h às 17h [sábado e domingo ]
2x R$ 337,50

Descrição

Atualmente, no âmbito de uma sociedade de comunicação instantânea, a fotografia ganha um protagonismo até então inédito. Nesse contexto, cabe ao fotógrafo não somente a produção de imagens: o ato de editar ganha importância fundamental, sendo este o momento onde toma forma um discurso fotográfico.  Cabe ao fotógrafo não somente produzir, mas pensar as imagens.

A oficina Caminhos da edição: fotografar, pensar, narrar irá propor uma reflexão sobre as possibilidades narrativas em fotografia, assim como estratégias de edição de um projeto fotográfico. Para tanto, partirá de estudos de caso, exercícios práticos individuais e em grupo, além da discussão e edição coletiva de projetos pessoais dos alunos.

A proposta não é apresentar fórmulas ou soluções definitivas, mas abrir caminhos para que cada aluno encontre as próprias estratégias e soluções para seus projetos.

Inscrição

Marco Antonio Filho

Marco Antonio Filho

Marco Antonio Filho (Lajeado, 1984) é mestrando em Poéticas Visuais pelo Instituto de Arte da UFRGS e bacharel em Comunicação Social pela UNISINOS.

Em 2015 ganhou o VI Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia na categoria “Tempo Movimento”. Foi um dos ganhadores do XII Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 2012 com o ensaio “Já não é mais verão”, que resultou em sua primeira exposição individual, apresentada na Casa de Cultura Mário Quintana (Porto Alegre), no Ateliê da Imagem (Rio de Janeiro) e no International Festival of Photography PhotoVisa (Krasnodar, Rússia). Com o mesmo ensaio, foi finalista do Prêmio Fundação Conrado Wessel de Arte 2013.

Em parceria com o jornalista e crítico de arte Eduardo Veras, lançou a publicação “Viagem pela linha invisível”, um relato de viagem sobre a fronteira do Brasil com a Argentina e o Uruguai. Esse projeto foi exposto na Galeria Mascate (Porto Alegre), Casa das Onze Janelas (Belém) e Galeria Act’image (Bordeaux, França).

Possuí obras nas coleções do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (Porto Alegre), Fundação Vera Chaves Barcellos (Porto Alegre) e Acervo Espaço Cultural Casa das Onze Janelas (Belém). Participa regularmente de exposições coletivas no Brasil e Europa.

www.marcoaf.com

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