Tópicos

1ª aula ( 3 horas) análise a trabalhos de diferentes autores, com diferentes abordagens na fotografia de rua. Conversa com cada aluno sobre os objetivos de cada um.

2ª aula ( dia inteiro) passaremos o dia na rua a fotografar, em busca do que poderá interessar ao trabalho de cada aluno.

3ª aula (dia inteiro) da parte da manhã análise e debate sobre as fotografias feitas no dia anterior (cada aluno deve trazer uma edição de e 3 a 10 imagens). Da parte da tarde nova saída para a rua afim de fotografar de maneira a completar o trabalho .

O que trazer

Equipamento fotográfico (domingo levar uma edição de 3 a 10 fotos do dia anterior)

Infos

Workshop [15 horas]
13, 14 e 15 maio
19h às 22h [sexta-feira]
10h às 17h [sábado e domingo]
2x R$ 337,50

Descrição

O fotojornalismo, o documental e o conceptual estão na rua.  A rua tem a sua própria história, a do bairro, onde certos movimento cotidianos trazem para as fotografias uma vida que se forma pelo plural, por várias vidas, acontecimentos. Há também a arquitetura local, que nos indica uma certa forma forma de estar, de habitar, de organizar a vida. O fato de um certo lugar ter um grande shopping,  ao invés de várias mercearias, esse fenômeno dá-nos algumas possibilidades de leitura sobre  essa comunidade.

Por sua vez, o outro,  que se afigura na rua, pode ser uma representação do autor.  Os outros podem ser vistos como atores da vida do autor.

Neste workshop vamos para a rua fotografar. Vamos abordar pessoas. Vamos vê-las de perto, de longe. Vamos fazer da rua o lugar que a cada um mais convém. Vamos também abordar alguns trabalhos de autores que fizeram da rua o seu posto de trabalho.

Inscrição

Jordi Burch

Nascido em Barcelona no ano de 1979, Jordi Burch foi para Lisboa ainda bebé. Hoje vive em São Paulo.

Membro do coletivo de fotografia – Kameraphoto – desde 2007 até o seu fim em 2014.

Estudou fotografia no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual. Tem trabalhos publicados nas revistas: Grande Reportagem, National Geographic, Playboy Brasil, Playboy Russia, Expresso, revista Pública, Revista Visão, Egoísta, Trip, Tpm, Serafina (folha de São Paulo), Courrier International, Santa Art Magazine, Financial Times Weekend Magazine, Le Monde.

Em 2008 passa a dedicar-se mais ao seu trabalho autoral. Destacando: ‘Artistas convidados’ no Museu Nacional de Arte Antiga Lisboa (2014); ‘Se não me engano, faz Angola’ Plataforma Revólver, Lisboa(2014); ‘O Rosto da Paisagem’ Museu AfroBrasil, juntamente com o escritor Ondjaki, São Paulo (2013); ‘Sacrifício’ Encontros da imagem, Braga (2012); ‘Hospital’ colectiva no Hospital Miguel Bombarda(2012); ‘Um Diário da República’ Fundação EDP no Porto e PhotoEspaña – Cuenca (2011); ‘Processo’ exposição individual Kgaleria, Lisboa (2011); ‘O Rosto da Paisagem’ individual com textos do escritor Ondjaki no Centro Cultural de Luanda (2010); ‘A State of Affairs’ colectiva na galeria Plataforma Revólver, Lisboa (2009); ‘Labirinto de Miradas’ Casa da Espanha, México (2009); ‘Labirinto de Miradas’ Galeria Olido, São Paulo (2009); ‘Labirinto de Miradas’ Freedom Tower Art Show, Miami (2009); New Life Berlin Contemporary Art Festival, Berlin(2008); ‘Amor Cachorro’ individual na Galeria Nara Roesler em São Paulo (2008); ‘Estamos Juntos’ individual na Casa Fernando Pessoa (2007); entre outras…

Em 2012 fez parte da residência artística – Triangle Network / Xerem – em Lisboa.
Em 2014 fez residência artística no Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa.
Em 2015 teve o seu trabalho “ Havia Sol e Éramos Novos “ no ambito da Virada Cultural
Em 2016 participou da Bienal de Veneza de Arquitetura com o trabalho “As durações do rastro”.

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