Tópicos

As dinâmicas são individuais e coletivas, de sensibilização, de prática e de análise fotográfica.

Sexta-feira (2 horas) – história da fotografia no século XIX com recorte no período da descoberta da cianotipia.

Sábado, manhã (3 horas) – teoria sobre a cianotipia com exibição de portifólio de Isabella e cianotipias que não deram certo, seguido de explicações.

Sábado, tarde (3 horas) – prática de pinceladas e foto contato com uso de plantas e objetos seguido de análise dos resultados.

Domingo, manhã (3 horas) – prática com foto contato de negativos seguido de análise dos resultados.

Domingo, tarde (3 horas) – prática livre com análise de resultados e encerramento.

O que trazer

Enviar 10 imagens fotográficas de própria autoria com até cinco dias de antecedência do início das atividades para isabellacarnevalle@gmail.com.  Destas imagens quatro serão editadas por Isabella e transformadas em negativos.

Todo o restante do material é fornecido pela oficina.

Infos

Workshop [16h]
10, 11 e 12 de junho
19h às 21h [sexta-feira]
10h às 18h [sábado e domingo]
2x R$ 300,00

Descrição

Trabalhar com procedimentos artesanais na fotografia é entusiasmante, e quando eles nos possibilitam a vivência do início da história fotográfica, trazendo para o nosso tempo as descobertas feitas lá no século XIX, isso pode ser mágico, e a Cianotipia nos proporciona isso.

A Cianotipia – também conhecida como Cianótipo e Ferroprussiato – é uma técnica de impressão fotográfica artesanal, que foi descoberta pelo inglês Sir John William Herschel em 1842.

Essa prática oferece imagens em tons de azul, e não se baseia na sensibilização dos tradicionais sais de prata, mas sim no princípio de que determinados sais de ferro são sensíveis à luz ultravioleta.

A impressão acontece por foto contato, quando emulsionamos uma superfície com a combinação desses sais ferrosos, e colocamos objetos ou negativos de maior contraste diretamente na superfície, que exposta ao sol ou à luz artificial UV, e depois lavada em água, revela uma imagem de azul intenso muito bonito – que por sinal tende a permanecer com o passar do tempo, já que essa é, das técnicas antigas, uma das que oferece resultados dos mais duráveis.

Além disso, a Cianotipia oferece outros atrativos: os químicos que manipulamos são pouco tóxicos, têm baixo custo, e são estáveis, permitindo um vasto campo de experimentações, que vai desde os tons de azul, até os materiais a serem sensibilizados. Papéis porosos como o Canson, e tecidos como o algodão, o linho e a seda são superfícies que recebem muito bem essa emulsão, daí a possibilidade de produzirmos imagens em formatos e tamanhos variados.

Quer saber mais? Navega pelo blog da BluePrint que você acessa através do www.isabellacarnevalle.com.br | Oficinas | BluePrint. Lá você encontra Depoimentos, Galeria e Bastidores de turmas anteriores.

Inscrição

Isabella Carnevalle

Nascida em Porto Alegre Isabella Carnevalle é fotógrafa, e seu envolvimento profissional com a imagem surgiu a partir de 1997, quando morava em São Paulo e passou a vivenciar a fotografia no universo da arte e do fotojornalismo. Publicou em revistas como a National Geographic Brasil e em todos os jornais da capital. Regressando à capital gaúcha em 2003, tem sido contemplada em financiamentos culturais, suas fotografias fazem parte de acervos particulares e participou de diversas exposições – individuais e coletivas -, com imagens premiadas no Brasil e no exterior.
Das oficinas BluePrint que Isabella já ministrou no Rio Grande do Sul – e que podem ser vistos Depoimentos, Bastidores e Galeria através do www.isabellacarnevalle.com.br | oficinas | BluePrint – destacam-se as realizadas nos Festivais Canela Foto Workshops em 2013 e 2015 na cidade de Canela e em Porto Alegre no espaço cultural Vila Flores em maio e novembro de 2015, durante o Projeto Artemosfera em 2012, no Centro de Fotografia ESPM RS em 2012 e na Câmera Viajante Escola de Imagem em 2010, além das oferecidas no seu ateliê.

Foto: Juan Esteves

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