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“O jogo é partir para a aventura, como um veleiro. Andar por Valparaíso e seus lugares desconhecidos, sentar-se debaixo de uma árvore, comprar pães e pegar um trem. Olhar, desenhar, olhar. Sair do mundo conhecido, entrar onde nunca se esteve. Deixar-se levar pelo gosto. Aos poucos, encontramos coisas e e as imagens vão chegando, e como aparições, você as tira”. Em uma carta a seu sobrinho, Sérgio Larrain dá conselhos sobre como começar na fotografia.

Parceiro de Pablo Neruda e autor de admirados e raros fotolivros, a obra do fotógrafo servirá como inspiração para o grupo que vai a Valparaíso, cidade portuária chilena. O porto de Valparaíso era parada obrigatória para chegar à costa norteamericana até a construção do Canal de Panamá. Desde então, a cidade incorporou em seu clima aspectos de decadência e nostalgia, marcados pela melancólica arquitetura. Localizada entre o mar e a cordilheira dos Andes, a cidade se ergue em barrancancos em maio a montanhas, onde a locomoção é feita principalmente pelos famosos ascensores. A paisagem do lugar é repleta de esplêndidas flores, como descreve Charles Darwin durante sua passagem pelo local. “Quem não tenha visto os arredores de Valparaíso poderá não acreditar que existam lugares tão pitorescos no Chile”, completa Darwin.

Durante o workshop, o grupo irá explorar a magia da romântica cidade, o porto, além, além de visitar a casa de Pablo Neruda, entre outros pontos que fizeram parte do cotidiano e do imaginário de Larrain.

Foto: Iatã Cannabrava

* o nome do workshop é referência ao livro homônimo de Sérgio Larrain

Inscrição

Iatã Cannabrava

Fotógrafo, curador e agitador cultural, atualmente desenvolve trabalhos documentais com a paisagem urbana das cidades, especificamente das periferias das grandes metrópoles, no seu ensaio Uma Outra Cidade. Participou de mais de 40 exposições, foi ganhador dos prêmios P/B da Quadrienal de Fotografia de São Paulo em 1985; do concurso Marc Ferrez da Funarte em 1987; e de dois prêmios da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo em 1996 e 2006.

Tem dois livros publicados: Casas Paulistas (2000) e Uma Outra Cidade (2009). Suas fotografias integram as coleções Pirelli/Masp, Galeria Fotoptica, Joaquim Paiva e MAM/São Paulo, e estão publicadas em oito livros de autoria coletiva. Como agitador cultural, foi presidente da União dos Fotógrafos de São Paulo de 1989 a 1994; criou e dirige a empresa Estúdio Madalena, onde fez a curadoria e organizou mais de 30 exposições, ministrou mais de 80 workshops, além de projetos especiais, como Revele o Tietê que Você Vê, em 1991; Foto São Paulo, em 2001; Povos de São Paulo – Uma Centena de Olhares sobre a Cidade Antropofágica, em 2004; Expedição Cívica, Ecológica e Fotográfica De Olho nos Mananciais, em 2008; e o Encontro de Coletivos Fotográficos Ibero-americanos de São Paulo, em 2008.

Foi presidente da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil – RPCFB. Atualmente é coordenador do Festival Internacional de Fotografia de Paraty – Paraty em Foco, que este ano chega à sua décima edição, e coordenador do Fórum Latino- Americano de Fotografia de São Paulo, realizado trienalmente pelo Itaú Cultural.

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