Tópicos

– Criação industrial de imagens, presets; clichês, imitação, pirataria;

– Circulação e deslocamento de imagens, a imagem digital “pobre” e subgêneros da arte;

– Incerteza do documental e o jornalismo estético;

– Usos da fotografia em procedimentos de arte-pesquisa.

O que trazer

O equipamento para fotografar será disponibilizado pelo workshop.

Infos

Workshop [15 horas]
14 e 16/10 – horário 19h30 às 21h30
15/10 – horário 10 às 17h30
17/10 -horário 10 às 16h30
2x  R$120

LOCAL – RIO DE JANEIRO/RJ
Av. Vieira Souto, 176
Ipanema – Rio de Janeiro

Descrição

Alguns sentidos da realidade não podem ser expressados pela observação direta do real. Muitas vezes, a intervenção surrealista consegue ser mais verdadeira na documentação do mundo.

Na oficina “É como se fosse verdade” Bárbara Wagner e Benjamin de Búrca se apropriam do espaço virtual de cartazes de cinema para encontrar outras formas de dar conta do cotidiano. Durante quatro dias eles dividem com os participantes do curso um procedimento de arte-pesquisa que faz uso de um estúdio móvel instalado no espaço público, onde diferentes sujeitos são entrevistados e fotografados com a finalidade de produzir peças gráficas que refletem sobre a afirmação de individualidades emergentes do fortalecimento da dinâmica capitalista em nossa cultura. Entre fotografia, texto e design, a oficina propõe um jogo que deixa de lado o comentário social para descobrir como o suspense, a comédia, a violência, a esperança, o erotismo e mesmo os finais felizes não estão apenas atrás da tela do cinema ou da TV.

A quem se destina – Fotógrafos, pesquisadores, artistas visuais, designers, atores, jornalistas, realizadores

 

Parceria

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Inscrição

Bárbara Wagner e Benjamin de Búrca

Bárbara Wagner (Brasília, Brasil) e Benjamin de Búrca (Munique, Alemanha) fazem uso de narrativas documentais – video-ensaios, foto-pequisas e entrevistas – a fim de observar diferentes relações entre ‘tradição’ e ‘progresso’ experimentadas em economias emergentes. Suas investigações mais recentes se concentram em práticas coletivas e rituais tradicionais que perdem sua conotação de resistência simbólica e política para se tornarem produtos da indústria de turismo e entretenimento, ao passo que formas da cultura pop se cristalizam como folclore. Trabalhando em colaboração desde 2011, a dupla de artistas participou do 33o. Panorama de Arte Brasileira no Museu de Arte Moderna de São Paulo, da 4a. Bienal de Arte Contemporânea do Oceano Índico, da 36a Bienal da Irlanda e da 5a. Edição do Prêmio Marcantônio Vilaça. Em 2015, Bárbara Wagner foi contemplada com a 3a. Bolsa ZUM/IMS de fotografia. Vivem entre Recife e Berlim.

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